
23)
O ARCAÍSMO COMO PROJETO; MERCADO ATLÃNTICO; SOCIEDADE AGRÁRIA
E ELITE MERCANTIL EM UMA ECONOMIA COLONIAL TARDIA: Rio de Janeiro, c.1790-c1840,
de Manolo Florentino e João Fragoso. 4.ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro,
Civilização Brasileira, 2001. 256p. ilust. tab. gráf.
Os autores, professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, contam que
no Brasil havia grande concentração de riqueza nacional nas mãos
de mais de 20 famílias no período colonial.
24) O AUTOMÓVEL, UM CONDENADO?, de Jorge
Okubaro. São Paulo, SENAC, 2001. (Série Ponto Futuro) 144p.
O carro revolucionou o trabalho e trouxe maior conforto pessoal e familiar.
Enquanto na Europa e Japão as fábricas têm capacidade ociosa
de sua produção, o Brasil entra no século 21 com uma capacidade
de produção 30% superior ao potencial do mercado, mas empregam
cada vez menos, com impacto econômico menor sobre a região onde
elas se instalam.